29 de agosto de 2009

Parceria CEU/FGV-PR: Projeto Uaná


Aconteceu hoje na CEU a apresentação dos trabalhos, frutos da parceria entre a CEU e a Fundação Getúlio Vargas do Paraná. Os trabalhos de pesquisa e reuniões de base começaram em junho/2009.

O Projeto Uaná da FGV-PR que em tupi-guarani quer dizer vaga-lume, não poderia ser mais apropriado e espelha bem o desafio que a equipe da instituição enfrenta: incentivar a geração de soluções sociais inovadoras. O Uaná conta com o apoio da Fundação de Ação Social (FAS), da Prefeitura de Curitiba e da Unesco, que têm trabalhado para o sucesso do projeto, que envolve várias ações, entre elas o Programa Assessoria Voluntária (alunos e ex-alunos voluntários passam seus conhecimentos através de uma consultoria a micro-empresários) e o Concurso Uaná de Tecnologias Sociais (que vai premiar dois planos de negócios que visem contribuir com o desenvolvimento de tecnologias - produtos, serviços, métodos, processos ou técnicas inovadoras - que apresentem soluções para os problemas sociais em Curitiba).

Esse projeto visa criar um modelo de gestão sustentável para a CEU.

Os voluntários do Projeto são: Ana C. Marques; Fernanda M. Cavalcanti, e Angelo Orselli Pereira, e estão sob a coordenação de Lígia Coelho Martins que é da coordenação do Núcleo de Responsabilidade Social e Desenvolvimento Sustentável.

Os trabalhos relativos a CEU estão por conta do 1º Vice-Presidente, Edoardo Eisenbach.

Na reunião de hoje, além dos voluntários da FGV-PR estiveram presentes: Dr. Edson Luiz Peters, Presidente do Conselho Curador da CEU; Alex Ferreira Garcia, Presidente do Conselho Fiscal; Elizeu Barroso Alves, Presidente do Conselho Administrativo; Raphael dos Santos Costa, Secretário do Conselho Administrativo; Paulo Roberto Selenko, Membro do Conselho Curador, e Sido Feilstrecker Jr, funcionário da CEU.

CEU ganhará inserções na programação da RPC/Globo


A RPC/Globo através do Instituto RPC de Responsabilidade Social estará promovendo no mês que vem uma campanha de captação de recurso e valorização da Casa do Estudante Universitário do Paraná.

Essa é mais uma forma da RPC em contribuir com a CEU.

Nossos agradecimentos especial para a Produtora Sra. Paula de Mattos, assim como nosso grande amigo Dr. Guilherme Cunha Pereira e a Sra. Clarise Lopes!

Na foto acima os moradores que participaram da gravação do comercial.

26 de agosto de 2009

CONVITE

CONVITE

Solenidade dos 61 anos da CEU

Data: 28/08/2009 - Sexta-Feira
Hora: 19h30
Local: Casa do Estudante Universitário do Paraná - CEUPR
Rua Luiz Leão, 01 - Centro - Ao lado do Colégio Estadual do Paraná

Sua presença é importante para nós!

CEU e o apoio a Cultura


Em setembro vai estrear mais uma peça teatral que possui o apoio cultural da CEU.

A Peça "Lucifer Estrela do Amanhã" foi escrita por Paulo Raniari, tem a direção do Marcelo Corrêa, possui em seu elenco os atores: Cláudia Zanca, Marcelo Corrêa, Orli Carrara; e participação especial do Robinson Tocera.
Cernário: Irineu Klosowski; Luz: Cilene Fatiga; e Som: Raffael Pierrot.

A estréia está prevista para o dia 04/09/2009, e vai ficar em cartaz até 26/09/2009. De sexta e sábado no Teatro Cultura (Largo da Ordem).

A CEU contribuiu com a realização da peça cedendo o espaço para os ensaios.

Vale a pena conferir!

23 de agosto de 2009

Solidariedade entre escombros

Doações de alimentos, assessoria jurídica ou o simples apoio moral. Os estudantes que estão acampados no terreno da sede demolida da Upes, em Curitiba, estão recebendo mais ajuda do que esperavam

Vários dos amigos de Cláudia Wasilewski pensaram em fazer a mesma piada. “Você já se integrou ao protesto dos estudantes?”, perguntou um deles à dona de casa de 44 anos. A graça da anedota está nas múltiplas ligações de Cláudia com o movimento estudantil. Vizinha da União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (Upes), no Juvevê, em Curitiba, ela reagiu à demolição da sede com o senso de proximidade que se imagina existir em uma ex-militante.

Os estudantes estão acampados entre os escombros desde o último dia 8, para impedir a tomada definitiva do terreno pela empresa que alega ser proprietária do local. Prometem permanecer até a instalação de uma nova sede pré-fabricada. Para ajudar na vigília, Cláudia doou um colchão e passou a fornecer suprimentos ocasionais de café, que no entanto tiveram de ser suspensos em razão da quantidade crescente de novos adeptos. “Mas a garrafa térmica continua lá, emprestada por tempo indefinido.”

Cláudia também passou a oferecer suporte operacional à resistência. Em seu apartamento, os estudantes – os quais ela já chama pelo apelido – podem usar a internet e o telefone. O marido não reclama do entra-e-sai de jovens com a higiene comprometida. Conheceu-a em uma convenção partidária. É, portanto, outro beneficiado pela politização de Cláudia.

“Depois que se ingressa no movimento, nunca mais mexam com a gente”, brada a ex-integrante da União Paranaense dos Estudantes (UPE), coirmã da Upes. “O que aconteceu ali foi um abuso”, diz, referindo-se à ação de uma empreiteira que alega ser proprietária do terreno e cumpriu um mandando de reintegração de posse emitido pela Justiça.

Cláudia não está sozinha no apoio aos estudantes. Nos últimos dias, vários moradores têm contribuído para o sustento dos jovens. “Às vezes eles param o carro, deixam comida e vão embora. Nem sabemos onde moram”, conta Rafael Clabonde, presidente da Upes. Também houve doação de barracas e utensílios de cozinha.

Secretário da Upes entre 1974 e 1975, Luiz Edson Fachin assumiu a defesa dos estudantes gratuitamente. Fachin é um dos advogados mais renomados de Curitiba. Constantemente cotado para assumir uma vaga no Supremo Tri­­bunal de Justiça, cobra até R$ 500 por uma consulta de uma hora. “Atuo de graça neste caso por se tratar da Upes e por acreditar que eles têm razão no episódio”, afirma.

O advogado estuda o caso e prepara um recurso a ser apresentado à Justiça. “A história não pode ser demolida, e a sede é bastante simbólica. Representa tudo o que o movimento secundarista construiu”, diz.

O motivo da ajuda nem sempre se relaciona à causa estudantil. A preocupação do aposentado Francisco Tota, de 74 anos, por exemplo, é a harmonia estética do bairro. Desde que se mudou para o Juvevê, há quatro anos, Tota cuidava gratuitamente do jardim da sede. Porém devido aos últimos acontecimentos, suas bromélias e samambaias foram esmagadas por dois banheiros químicos – doação de um sindicato do setor de construção civil. “Agora estou limpando a frente do terreno, para que não acumule muita sujeira”, conta ele, que prefere não opinar sobre quem tem razão na causa. No entanto deixa transparecer uma esperança convertida em simpatia: “A Upes é uma associação antiga e poderia permanecer aqui. Afinal entre essa rapaziada, muitos podem, no futuro, vir a ser grandes homens no Paraná e no Brasil.”

Reencontro

Quatro estudantes pertencentes à executiva da Upes iniciaram o acampamento no mesmo dia da demolição. Desde então, vêm recebendo visitas e adesões de novos colegas. Segundo Rafael Clabonde, 70 pessoas já passaram pelo local, das quais 40 pernoitaram.

O responsável pelo alerta inicial foi outro vizinho. Às 8 horas do dia da demolição, o estudante universitário Ramon Bentivenha, de 19 anos, foi acordado pelo barulho das marretadas. Procurou então os contatos telefônicos dos anos de ensino médio e informou aos membros da executiva da Upes sobre o que estava acontecendo do outro lado da rua.

Desde que resolveu cursar duas faculdades simultaneamente, Ramon estava afastado do movimento estudantil. Após o ocorrido, entretanto, reserva o pouco tempo livre para ajudar na manutenção do acampamento. Os manifestantes se revezam para jamais deixar o terreno desguarnecido. Além das aulas, que voltaram a frequentar após o fim da suspensão provocada pela gripe suína, eles saem para tomar banho na Casa do Estudante Universitário.

Abrangência

O movimento começa também a atrair estudantes do interior do estado. Bruna Bandeira da Luz, 20, de Pato Branco, recheou a mochila com roupas e embarcou no primeiro ônibus para Curitiba assim que soube do ocorrido. Também há jovens de Cascavel, Foz do Iguaçu, e até da Argentina. Alejandro Kospel, 27, “músico e artista multimídia”, é o mais velho do grupo. Viajante andarilho, veio a Curitiba acompanhando estudantes que conheceu em Toledo, e trouxe na bagagem a experiência em armar barracas e acender fogueiras. “Já morei em uma comunidade ecológica e sei que em conjunto é possível mudar as coisas”, diz.

Entenda o caso

Conheça os fatos que provocaram a disputa pelo terreno que abrigava a sede da Upes:

Origem - A disputa pela posse do terreno situado entre as ruas Marechal Mallet e Manoel Eufrásio, no Juvevê, em Curitiba, começou em 1995. Na época, a então executiva estadual vendeu a área por R$ 7 mil. A atual diretoria reconhece a transação, mas afirma que ela não é válida. “Fizeram um congresso fantasma e alteraram o estatuto, que não permitia a venda do imóvel”, diz Rafael Clabonde, atual presidente da Upes.

Processo - Antes de o comprador tomar posse da área, um grupo de estudantes entrou na Justiça e conseguiu barrar o processo. Porém a sede já havia sido destruída. A diretoria sucessora construiu então uma casa pré-moldada.

Novo capítulo - Em 2005, o comprador inicial vendeu a escritura do terreno a uma empreiteira. No ano passado, esta empresa conseguiu a reintegração de posse. A sentença foi cumprida na manhã do último dia 8 de agosto, e a casa pré-moldada foi removida.

Na Justiça - Desde o confronto com os estudantes, os autos do processo foram recolhidos e estão sendo examinados pela Justiça.

Tradição que começou há 64 anos

A União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (Upes) foi fundada em 1945. É uma das mais antigas associações estudantis do Brasil e ajudou a fundar a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes).

Durante a ditadura militar, que reprimiu fortemente o movimento estudantil, a Upes foi uma das poucas agremiações a permanecer funcionando. O entendimento com o governo é criticado até hoje por alguns ex-integrantes, pois reprimiu a militância política da Upes. Suas principais reivindicações na atualidade são o aumento de vagas em universidades públicas e o passe livre para estudantes nos ônibus coletivos. (OT)

Fonte: Gazeta do Povo

22 de agosto de 2009

Blog da CEU é um dos 100 mais votados no Prêmio Top Blog


O Blog da CEU foi um dos 100 blogs mais votados no Prêmio Top Blog 2009, na Categoria "Voto Juri Popular"
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Foram 3.500 Concorrentes!
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Agora o Blog está entre os finalistas para Concorrer ao Prêmio Top Blog na categoria Juri Acadêmico.
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Um agradecimento especial a todos que votaram e agora é só torcer!!
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21 de agosto de 2009

Fatos Pitorescos: O Facão do Catarina

Por Alcebíades Cordeiro dos Anjos

"O facão do Catarina"

Em 1980, o morador Jair conhecido por "Catarina" morava no 4º andar impar, e o seu vizinho de quarto Granado gostava de ouvir música no último volume. O Catarina havia solicitado diversas vezes para o Granado diminuir o volume do aparelho, mas tudo foi em vão. Certa noite o Catarina perdeu a paciência e pegou um facão "lapeano" daqueles que mede quase um metro, e foi até o quarto do vizinho barulhento. Quando Granado abriu a porta, o Catarina falou: Vai baixar o volume, ou vai ficar sem pescoço??
Granado rapidinho foi baixando volume e, daquele dia em diante ninguém do 4º andar impar usou aparelho com volume alto...

19 de agosto de 2009

CEU recebe doação de colchões da empresa Móveis Gazin


A CEU recebeu hoje uma doação de 30 colchões da empresa Móveis Gazin.
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Tal doação irá beneficiar os moradores da CEU que não possuem condições para adquirir colchão, principalmente os novos moradores. Em contra-partida, os moradores se comprometerão em adquirir capas impermeáveis para os colchões.
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A doação é mais um resultado da gestão "CEU Maior", que endereçou ofício a empresa solicitando tal doação. Isso sem contar a colaboração do Prefeito de Douradina José Carlos "Cabeção", e ao Vice-Governador Orlando Pessuti, e ao ex-presidente Bohdan Metchko Filho que intercederam junto a essa conquista. Fica registrado nossos agradecimentos.
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Para o Presidente do Conselho Administrativo Elizeu Barroso Alves, essa conquista vem somar junto a tantas outras que vem sendo alcançadas nessa gestão.
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Um agradecimento especial ao empresário Mário Gazin, não apenas pela generosa doação, como também por essa preocupação com os moradores da CEU.
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Na foto acima, o 1º Vice-Presidente do Conselho Administrativo Edoardo Eisenbach.

Mais um ilustre ex-morador


Você sabia que a pessoa acima, chegou na CEU em meados da década de 50, sendo acadêmico de Direito, e...

* Foi 1º Vice-Presidente da CEU

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* Foi Promotor de Justiça
* Fez parte da diretoria da Polícia Civil do Paraná
* Foi Diretor Departamento de Estabelecimentos Penais do Estado
* Foi Juiz do Tribunal de Alçada
* Foi Secretário de Segurança Pública do Paraná

* Foi Desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná
* Foi Vice-Presidente do Tribual de Justiça do Paraná

Esse então acadêmico que residiu na CEU se chama: Antônio LOPES DE NORONHA


Contribuir com a CEU é investir no futuro do Paraná

18 de agosto de 2009

CEU prestigia a posse da nova diretoria da UPE


A nova diretoria da União Paranaense dos Estudantes - UPE, para o biênio 2009/2011 tomou posse hoje, dia 17. A CEU marcou presença com o Presidente do Conselho Administrativo, Elizeu Barroso Alves (foto), e o ex-Presidente, e membro do Conselho de Curadores Bohdan Metchko Filho.

Em seu discurso, o presidente do C.A. da CEU lembrou que uma das maiores conquistas da UPE foi justamente a conquista da CEU em 1948, quando o então presidente da entidade, Oséas de Castro Neves estava a frente da reinvidicação.

"Muitas lutas hão por vir, mas podem ter certeza que a CEU será uma aliada em todas as horas". Salientou Alves.

O novo presidente da UPE é Paulo Moreira da Rosa Jr, tendo como Vice-Presidente Geral Bohdan Metchko Filho e como 1º Vice-Presidente Tiago Rosenmann.

14 de agosto de 2009

Resultado da Enquete


O Blog da CEU lançou uma enquete no dia 24/07/2009, perguntando:
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Na sua opinião qual é o principal ex-morador que mais participa da CEU.
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A enquete se encerrou no dia 13/08 e teve no total 70 votos, assim distribuidos:
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1º Dr. Luiz Carlos BORGES DA SILVEIRA => 19 votos
2º Dr. Edson Luiz PETERS => 16 votos
3º Orlando PESSUTI => 15 votos
4º Dr. RENATO Geraldo Mendes => 12 votos
5º Outros => 8 votos

12 de agosto de 2009

CEU Apresenta seus moradores

Nesse mês o morador apresentado é o músico Aguinaldo Martinuci, da banda Stilnovisti.


Stilnovisti Formação:

Em julho de 2008 marquei um encontro com meu então colega no curso de música da UFPR. Tínhamos afinidades em muitos aspectos mas não havíamos ainda tocado juntos. Esse encontro foi pra ver se tínhamos o que chamamos de química musical. Deu certo, começamos a trabalhar em principio canções que eu havia composto ao longo de mais ou menos 10 anos de trabalho. Quando perdemos a timidez um com o outro, comecei a mostrar-lhe algumas canções que julgava ‘por terminar’, foi quando surgiram as primeiras parcerias : Um Deus (poema de Leminski), Gestalt e Inverno.

Por um breve período Nicknich pensou em voltar para Chapecó, sua cidade natal e o projeto quase foi pro buraco! Felizmente, resolveu ficar e levar o projeto adiante. Fomos a procura de outros músicos para montar o trabalho. Tentamos algumas pessoas e por um motivo ou outro, a coisa não se fechava. De qualquer forma íamos arranjando as canções enquanto continuávamos a procura das pessoas certas. Finalmente, em março/abril de 2009 fechamos com Luís Bourscheidt ­ - que também era camarada da UFPR e foi meu veterano - um excelente baterista que resolveu entrar no projeto pra ser baixista! (estava cansado de montar e desmontar baterias em seus outros grupos); em seguida surge o nome de Daniel Martini – com quem já havia conversado ainda em 2005 sobre a idéia de montarmos um grupo, mas ele acabou abandonando o curso de música para viajar pra Austrália - quando soube que estava de volta liguei imediatamante. Então, acabou que todos os componentes do grupo se conheceram e se tornaram amigos na Federal. Eu me formo este ano, Nicknich se formou no ano passado, Luís terminou o mestrado o ano passado e Martini cursou durante 2005/6 e se mandou pra Autrália, voltando apenas em 2008.

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Sobre o nome:

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STILNOVISTI é o nome de uma escola literária do século XIII e XIV. Foi desenvolvida e cultiva por poetas italianos, principalmente florentinos, seu mais famoso representante é Dante Alighieri. Os 'stilnovisti' desenvolveram um estilo novo de poética - idealização do amor, da beleza e do universo feminino, introspecção, misticismo, relação com a filosofia grega e com São Francisco de Assis e foram os primeiros a utilizarem o vernáculo (uso do italiano florentino em vêz do latin culto) - que teve grande influência sobre as letras italianas e também sobre a literatura que veio a se desenvolver em toda a Europa e essa influência é sentida ainda em poetas mais modernos como Ezra Pound.

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Quer conhecer mais:
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Matéria Jornal Gazeta do Povo,
clique aqui
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MySpace do Stilnovisti
, clique aqui
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MySpace do Martinuci,
clique aqui
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Vídeo
zum zum zum, clique aqui
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Vídeo Francesinha,
clique aqui
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Próximos Shows:
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Jokers
11 de setembro às 22:00
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TUC
02 de outubro às 20 horas
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Ingressos e contato: martinuci_7@hotmail.com

CEU participa da manifestação da UPES


O Presidente do Conselho Administrativo, Elizeu Barroso Alves, (foto) participou do ato de manifestação promovido pela UPES (União Paranaense dos Estudantes Secundaristas) e pela UPE (União Paranaense dos Estudantes) realizado hoje, dia 11 de agosto.
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O ato reuniu estudantes de várias regiões do Paraná. Eles prometem ficar acampados até conseguirem reconstruir a sede. Durante a manifestação diversos líderes políticos e sociais foram até o local. Participaram os deputados estaduais Péricles de Mello, Professor Lemos e Tadeu Veneri, a presidente do PT do Paraná Gleisi Hoffmann e os presidentes estadual e municipal do PCdoB, Milton Alves e Joel Benin.
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No uso da palavra, o presidente do Conselho Administrativo destacou que a CEU repudia qualquer tipo de violência contra estudantes, seja elas fisíca ou moral, como também o descaso com a causa estudantil.
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A CEU vem contrinuindo com os estudantes secundaristas que estão acampados na Sede da UPES com refeições e banhos.
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Essa sempre foi e vai ser a postura da CEU, lutar pelos interesses estudantis. Destacou Alves.
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Também estava presente no ato, o ex-presidente da CEU e Vice-Presidente da UPE Bohdan Metchko Filho


11 de agosto de 2009

CEU 61 Anos - Parabéns à todas gerações Ceuenses

Hoje com mais de 170 residentes, a Casa do Estudante Universitário do Paraná foi fundada em 11 de agosto de 1948, na carência de uma casa para acolher estudantes de fora de Curitiba, fossem eles do interior, litoral, de outro estado e até mesmo de outros países..

O atual presidente da Casa, Elizeu Barroso Alves, conta que a luta pela construção da residência estudantil, capitaneada pela União Paranaense de Estudantes, se deu após a inauguração de um restaurante universitário no Passeio Público, em 1947. Os estudantes, sob a liderança de Oséas de Castro Neves, desenvolveram o projeto de implantação da CEU e o apresentaram à primeira dama do Estado, Hermínia Lupion (que dá nome à medalha de honra que passará a ser entregue anualmente pela entidade). A primeira dama aderiu à idéia e assumiu formalmente o compromisso de concretizar o sonho daqueles estudantes ainda durante o governo de seu marido, Moysés Lupion. Em agosto de 1948, por meio dos esforços de Hermínia, 144 estudantes passaram a ocupar uma casa provisória, localizada na Avenida Luiz Xavier, local onde antes funcionava um hotel..

Em 1949, ano em que a Casa do Estudante se tornou uma fundação, conquistando autonomia e estatuto próprio, o governo iniciou a obra da sede definitiva da CEU, localizada na Rua Luiz Leão, número 1, ao lado do Passeio Público e próxima dos dois campi da Universidade Federal do Paraná, a reitoria e o prédio histórico.

O prédio ficou pronto em 1956. Foi inaugurado em 26 de abril, com solenidade da qual participaram autoridades como o presidente da República, Juscelino Kubistchek, e o governador do Estado, Moysés Lupion.

“Na década de 70, a Casa entrou em decadência. Desde 2003, quando o Ministério Público decidiu intervir na administração, a CEU conquistou diversas melhorias.

Hoje, conta com investimentos da Prefeitura e da UFPR, que passou a conceder bolsas de estudo para determinados moradores, mais necessitados”, afirma Elizeu Barroso Alves. “Há um ano, a CEU passa por uma reforma histórica, a primeira em mais de 50 anos, resgatando a boa fama que tinha perante a comunidade curitibana e trazendo maior qualidade de vida e motivação para os estudantes”.

A reforma só foi possível pelo empenho do ex-Presidente Bohdan Metchko Filho, que lutou bravamente por essa conquista que vai beneficiar essa e as próximas gerações de moradores.



Parabéns aos Estudantes!


A foto é de 1981 e mostra José Richa em reunião com estudantes que apoiaram sua candidatura ao governo do Paraná. Dirigentes da UNE, UPE e DCEs. Grupo comandado por Genésio Natividade, Geraldo Serathiuk, Francisco Donizetti e Ivaldo Mangotti, que destronou das entidades estudantis a corrente que apoiava Ney Braga, Túlio Vargas e João Figueiredo.

No dia 11 de agosto no ano de 1827, D. Pedro I criou no Brasil os dois primeiros cursos de ciências jurídicas e sociais do país: um em São Paulo e o outro em Olinda. Antes da criação dos mesmos, todos que apresentavam interesse em compreender melhor o universo das leis tinham que se deslocar até Coimbra, Portugal, aonde situava a faculdade mais próxima.

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Cem anos após os cursos de direito terem sido criados, Celso Gand Ley propôs que a data fosse escolhida para homenagear todos os estudantes representando também uma ocasião favorável para se refletir sobre o acesso à educação e sua qualidade.

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Os estudantes brasileiros sempre participaram dos eventos em prol da democracia, lutando contra as mazelas autoritárias que de tempos em tempos assombraram o Brasil, onde tivemos importantíssima atuação dos estudantes como nos tempos da ditadura militar e no movimento das diretas já.

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Para tanto, queremos parabenizar os estudantes que lutaram e lutam por um país mais justo, estudantes estes que contribuem cada vez mais para construir um Brasil diferente e que hoje contam com amplos veículos para defender seus interesses como, por exemplo, os diretórios acadêmicos.

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Vale ressaltar que hoje é um dia importante para o Paraná, pois a exatamente há 61 anos foi fundada a Casa do Estudante Universitário do Paraná, a CEU. Quando o regime militar fechou todos as instituições estudantis como a UNE e UPE, a CEU foi a única a permanecer aberta, sendo palco para as reuniões políticas.

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Parabéns aos Estudantes.