15 de fevereiro de 2018

Inscrições prorrogadas para residência estudantil na CEU

O prazo para inscrição na edição 2018.1 do Processo Seletivo da Casa do Estudante Universitário do Paraná (CEU) foi prorrogado até às 23h59 da quarta-feira (21). A taxa de inscrição, no valor de R$ 25, deve ser paga por meio de depósito bancário, até a mesma data.


Ao todo, estão sendo ofertadas 75 vagas (35 masculinas e 40 femininas), para jovens procedentes do interior paranaense e de cidades dos outros estados brasileiros, além de intercambistas dos mais diversos países.

Os candidatos devem estar regularmente matriculados em cursos presenciais, em instituições de ensino situadas em Curitiba, e os pais devem morar em outra cidade. A seleção contempla estudantes de graduação (bacharelado, licenciatura e tecnologia), de pós-graduação (especialização, mestrado e doutorado) e pré-universitários.

O processo seletivo é simplificado e desburocratizado, e considera, basicamente, a vulnerabilidade socioeconômica dos estudantes. O edital com todas as informações está disponível no site da Fundação.

A Fundação
A CEU é uma organização da sociedade civil, de caráter beneficente e personalidade jurídica de direito privado, sem finalidade lucrativa. Neste ano, a Fundação completa 70 anos de história e moradia estudantil. Mantida financeira e administrativamente pelos próprios beneficiários, por meio do trabalho voluntário e da contribuição mensal dos residentes, a instituição também promove e apoia várias atividades de cunho artístico e cultural.

Serviço
O que: Processo Seletivo CEU 2018.1
Quando: Inscrições prorrogadas até 21 de fevereiro
Como: Exclusivamente, via Internet
Onde: No site da CEU (www.ceupr.com.br)
Quanto: R$ 25,00 - Depósito bancário

Casa do Estudante Universitário do Paraná (CEU)
Departamento de Comunicação e Marketing
Facebook: @ceuparana
Twitter: @ceupr

28 de janeiro de 2018

CEU seleciona novos residentes

Estão abertas, até o próximo dia 10 de fevereiro, as inscrições para estudantes interessados em residir na Casa do Estudante Universitário do Paraná (CEU). A taxa de inscrição é R$ 25 e deve ser paga por meio de depósito bancário.


Nesta edição, estão sendo ofertadas 75 vagas (35 masculinas e 40 femininas), destinadas a estudantes de graduação (bacharelado, licenciatura e tecnologia) e de pós-graduação (especialização, mestrado e doutorado), além de pré-universitários. É necessário que o candidato esteja regularmente matriculado em curso presencial, em instituição de ensino localizada na capital paranaense, e que os pais sejam moradores de outra cidade.

O processo seletivo é simplificado e desburocratizado, e considera, basicamente, a vulnerabilidade socioeconômica dos estudantes. A seleção é composta por três etapas: inscrição e análise de documentos; entrevista individual; e, por último, integração dos calouros. Os estudantes aprovados em todas as fases passam, ainda, por um período probatório de seis meses.

O mestrando em Ciências da Computação da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Giovani Sampaio, atualmente no exercício da presidência do Conselho Administrativo da CEU, destaca a estrutura da Fundação como suporte na formação de estudantes menos favorecidos financeiramente, que vêm do interior paranaense, dos outros estados brasileiros e dos mais diversos países, para estudar em Curitiba.

“Na CEU, os residentes contam com café da manhã, cozinha colaborativa, sala de estudos, sala de jogos, sala de TV, quadra poliesportiva, laboratório de informática, serviços de portaria e de lavanderia 24 horas e acesso ilimitado à Internet”, afirma o gestor.

Mais informações podem ser consultadas no Edital01/2018, publicado no site da Fundação.

A Fundação
A CEU é uma organização da sociedade civil, de caráter beneficente e personalidade jurídica de direito privado, sem finalidade lucrativa. Neste ano, a Fundação completa 70 anos de assistência e acesso à moradia para estudantes. Mantida financeira e administrativamente pelos próprios beneficiários (residentes), por meio do trabalho voluntário e do pagamento de contribuição mensal, a instituição também promove e apoia várias atividades de cunho artístico e cultural.

Serviço
O que: Processo Seletivo CEU 2018.1
Quando: Inscrições até o próximo dia 10 de fevereiro
Como: Exclusivamente, via Internet
Onde: No site da Fundação (www.ceupr.com.br)
Quanto: R$ 25,00 - Depósito Bancário

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26 de novembro de 2017

CEU integra novos estudantes moradores

Lucas Lopes (*)

No último sábado (25), a Casa do Estudante Universitário do Paraná (CEU) promoveu o evento de Integração de Novos Estudantes Moradores, recém-admitidos no Processo Seletivo 2017.2 – Edição Extra. Importante rito de passagem, esse evento tem o objetivo de apresentar oficialmente e formalmente a estrutura da Fundação aos novos residentes, desde o modelo de gestão até a dinâmica de funcionamento, reforçando o propósito, a missão e os valores da CEU.

Representantes da Superior Administração da Fundação deram as
boas vindas aos novos estudantes moradores (Foto: Miller Vale)

A programação teve início com a entrega dos contratos, seguida pela apresentação dos representantes dos conselhos que compõem a Superior Administração da instituição: Curador, Fiscal e Administrativo. Além das boas-vindas, eles falaram sobre a função regimental de cada colegiado. Na sequência, foram apresentados os 14 departamentos administrativos, que mantém a CEU em funcionamento.

Em clima de descontração, o diretor de Comunicação & Marketing da Fundação, Cristiano Sousa, aplicou uma dinâmica com frases retiradas dos formulários de inscrição, preenchidos pelos próprios estudantes para as vagas. O desafio consistiu em adivinhar o autor de cada trecho, seguido da apresentação pessoal. “Essa atividade é importante para que eles também possam se conhecer melhor, criando os primeiros vínculos de amizade”, explicou o diretor.

Novos estudantes moradores conheceram um pouco da história da CEU e a
a dinâmica de funcionamento da Fundação (Foto: Miller Vale) 

No total, foram aprovados 12 candidatos, que vieram de diversas cidades do Brasil: Araxá (MG), Araucária (PR), Buri (SP), Ibema (PR), Itapeva (SP), Laguna (SC), Poços de Caldas (MG), Salvador (BA), Sobral (CE), Videira (SC); e da República de Benin, país da região ocidental da África.

Eles são estudantes de cursos de variadas áreas do conhecimento, na Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), Faculdades Integradas Camões (Fica) e Faculdade Evangélica do Paraná; além de dois vestibulandos, dos cursos Mais Federal e Positivo.

Na Fundação, os estudantes têm acesso a uma série de benefícios, tais como: café da manhã diário; serviço de portaria e lavanderia 24 horas; sala de estudos; laboratório de informática; salão de jogos; Internet; além de atividades acadêmicas, esportivas, culturais e de lazer.

Recreação
Seguindo a tradição, a segunda parte do evento foi conduzida pela turma de estudantes aprovada no Processo Seletivo anterior. A série de atividades proporcionou a eles explorar melhor os espaços da CEU. Organizados em três equipes, as brincadeiras contribuíram para um maior entrosamento da turma.

O estudante de Medicina da PUC-PR, Felipe Freitas, um dos organizadores da gincana, ressaltou a importância da Integração. Ele lembra que ao ser admitido como beneficiário da Fundação, seus primeiros contatos aconteceram nesse evento. “Quando preciso de algo, sempre recorro aos colegas da turma”, concluiu.

Finalizando o evento, os novos residentes receberam a premiação, que foi entregue aos membros de todas as equipes, independente da pontuação na gincana. Elimar Kauffmann, estudante de Sistemas de Informação, na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), comentou que saiu do evento sentindo-se, enfim, "integrado à CEU".

Cada calouro recebeu um ingresso para o cinema (Foto: Johnny Lourenci)

Em breve, confira aqui mais fotos do evento.

(*) Estudante de Letras da Universidade Federal do Paraná (UFPR)

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23 de novembro de 2017

Residente da CEU estreia peça de teatro com texto de dramaturga inglesa

Cris Franco (*)

O espetáculo “Vermelha Ânsia”, uma livre adaptação do texto “Ânsia”, da autora Sarah Kane, estreia nesta quinta-feira (23), a partir das 20h30, no Teatro Laboratório da Faculdade de Artes do Paraná (FAP) da Universidade Estadual do Paraná (Unespar).


Realizado pelos alunos do curso de Teatro da FAP, a proposta faz parte de uma prova pública para a disciplina de Projeto de Investigação de Cena (Pinc), e conta com a participação, entre outros artistas, de Giulia Sartori, residente da Casa de Estudante Universitário do Paraná (CEU).

No palco, quatro atores dão vida ao texto da dramaturga inglesa Sarah Kane, caracterizado pela profundidade psicológica e pelas imagens chocantes. A peça coloca em questão os conflitos existenciais de cada personagem, tendo como pano de fundo a solidão.

Em “Ânsia”, o sentimento de vazio e isolamento é abordado de diversas formas, ao mostrar que qualquer pessoa pode viver um conflito interno e com o mundo, sendo tal sentimento, muitas vezes, não percebido por outras pessoas.

Confirme presença no evento, via Facebook: https://goo.gl/FkFTjJ.

Serviço

O que: Peça "Vermelha Ânsia"
Quando: 23 de novembro de 2017 (quinta-feira), das 20h30 às 21h30
Onde: Teatro Laboratório da FAP - Rua dos Funcionários, 1756 – Cabral | Curitiba (PR)
Quanto: Gratuito

(*) Estudante de Mestrado em Ciência Política, na Universidade Federal do Paraná (UFPR)

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19 de novembro de 2017

CEU promove discussão sobre políticas afirmativas e igualdade racial

Cris Franco (*)

Em comemoração ao Dia Nacional da Consciência Negra, a Casa do Estudante Universitário do Paraná (CEU) realizou no último sábado (18), mais uma edição do Café Filosófico. Com o tema Políticas Afirmativas e Igualdade Racial, nesta edição, os participantes discutiram sobre os negros no contexto histórico e na sociedade contemporânea.

Residentes e pessoas da comunidade participaram do evento (Fotos: Cristiano Sousa

O evento contou com a exibição do documentário “Os Panteras Negras: Vanguarda da Revolução”. O filme aborda a história do Partido dos Panteras Negras (PPN) pela busca dos direitos civis dos negros americanos, na década de 1960, em Oakland, na Califórnia, com base em cerca de três reinvindicações: moradia digna, emprego e fim da violência policial.

Participantes assistiram ao documentário "Os Panteras Negras:
Vanguarda da Revolução" (Fotos: Cristiano Sousa)

Referente à última reinvindicação proposta pelo PPN, o mestre em Engenharia Química pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Everton Rocha, que também é ex-residente da CEU, trouxe para o debate alguns dados com amparo no relatório divulgado pelo Mapa da Violência no Brasil em 2014. “A cada 23 minutos morre um jovem negro entre 15 e 29 anos de idade no Brasil, ou seja, enquanto o filme passava cerca de seis pessoas morreram”, destacou.

Em relação ao número de estudantes que têm acesso ao ensino superior, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 53,6% da população brasileira se declara preta ou parda, sendo o restante 45,5% brancos. Deste percentual, apenas 9,8% da população negra tem acesso às universidades federais.

É o que mostra o estudo realizado pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). Segundo a pesquisa entre os anos de 2013 e 2014, o número de estudantes pretos nas universidades federais cresceu de 5,9% para 9,8%. Para os alunos que se declaram pardos, o número passou de 28,3% para 37,7%.

Everton Rocha compartilhou várias experiências (Fotos: Cristiano Sousa)

Everton disse que, apesar de ser oriundo da Bahia, estado com maior número de negros no País, enfrentava essa situação. “Eu era o único negro da minha turma, durante a graduação não me sentia parte daquilo”, ressaltou. A estudante de farmácia da UFPR, Camila Guimarães, disse passar pela mesma situação. “Sou a única preta da minha sala”, afirmou.

Sobre a forma correta para se referir às pessoas afrodescendentes, a mestranda de História da UFPR, Samara Marques, explicou a diferença do substantivo “preto” e do adjetivo “negro”, sendo o primeira, a forma correta a ser usada. Segundo ela, o adjetivo “negro”, na maioria das vezes, está relacionado a conotações negativas. “Uma parede é branca e não clara. O mesmo acontece com a palavra preta. O certo é usar o substantivo, ou seja, uma pessoa é preta e não negra”, explicou.

Samara apontou, ainda, a diferença entre os conceitos de racismo e preconceito, “Racismo é uma discriminação social, estritamente ligada à história dos negros, já o preconceito é uma atitude discriminatória ampla”, concluiu.

Participantes aproveitaram as guloseimas preparadas pelos
estudantes moradores da CEU (Fotos: Cristiano Sousa)


Para as hóspedes de primeira viagem da CEU, Alice e Onira, ambas da cidade de Ampére, no interior do Paraná, o evento foi uma surpresa. “Ficamos felizes com a iniciativa e organização da CEU em relação a temáticas como essa”, comemoraram.

(*) Estudante de Mestrado em Ciência Política, na Universidade Federal do Paraná (UFPR)

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